quinta-feira, 16 de junho de 2011

004- AFONSO HENRIQUE DE AZEVEDO

 
Nasceu em 2 de setembro de 1865, em Aracaju, sendo seus pais Domingos da Silva Azevedo e Maria Isabel Mondim de Azevedo.
Foi diplomado em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1888.
Clinicou durante alguns anos em São João d´El Rey, Minas Gerais.
Em 1892, mudou-se para Limeira, São Paulo, onde exerceu o cargo de Inspetor de Higiene.
Em 1911, foi nomeado Inspetor Sanitário da capital paulista, cargo que exerceu até 1918, ano de sua aposentadoria.
Serviu à Estrada de Ferro Sorocabana, da qual foi médico clínico durante alguns anos.
Homeopata, criou e dirigiu o Dispensário Homeopático Dr. Joaquim Mutinho e o “Boletim Homeopático”, publicado em São Paulo (1905).
Militou na imprensa, publicando artigos, crônicas e comentários sobre diversos assuntos utilizando para isso seu próprio nome, ou pseudônimos (“Veritas”, “Nelmo”, “Ulice”, etc).
Em seu verbete destinado ao Dr. Afonso Azevedo, diz Armindo Guaraná: “Seu nome tornou-se mais conhecido nos centros científicos pelas questões médicas que debateu na imprensa, destacando-se entre elas a comunicação feita à Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo sobre o alastrim em S. João da Boa Vista, onde esteve comissionado por aquela douta agremiação numa época de desenvolvimento epidêmico daquela moléstia, como também a longa refutação publicada no “Jornal do Comércio” do Rio de Janeiro, a uma opinião errônea de Sanareli e ainda mais as discussões travadas na Sociedade de Medicina sobre a tuberculina, o soro anti-ofídico e sobre as águas em São Paulo” (obra citada).
Faleceu em São Paulo, Biologia”, no dia 23 de maio de 1920.
Registrando sua morte, a revista “Arquivos de Biologia” refere-se ao nosso epigrafado, dizendo que o mesmo era um “orador elegante, um literato correto e gracioso, e um higienista de valor”

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:

Guaraná, Armindo – Dicionário Biobiográfico Sergipano. Rio, 1926.
Santana, Antônio Samarone de; Prado Dias, Lúcio Antônio; Gomes, Petrônio Andrade – Dicionário biográrico de médicos de Sergipe. Aracaju, 2009.

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O tratamento homeopático se dá, basivamente, da seguinte forma:
Reequilíbrio da energia vital. A energia vital é a energia sutil, que dá vida aos seres. Ela é dinâmica e harmoniosa, mas o seu desequilibrio faz com que o seres vivos fiquem susceptíveis às doenças. A Homeopatia age, reequilibrando-a, de modo que é o próprio ser vivo (homem, animal ou planta), reequilibrado que irá reagir à doença, curando-se.
A Homeopatia individualiza o ser. Cada um adoece de forma particular. Mesmo em uma epidemia, animais e pessoas não irão apresentar sintomas idênticos. Assim como não existe nenhum indivíduo exatamente igual ao outro, cada um necessitará de um medicamento específico, de acordo com seus sintomas especiais. A HOMEOPATIA TRATA OS DOENTES, NÃO AS DOENÇAS.
A lei que rege a cura homeopática é sempre a mesma;
“Os sintomas irão desaparecendo a partir dos orgãos mais nobres para os menos nobres, do interior do organismo para o exterior .” Por isso alguns dizem que a Homeopatia é um tratamento demorado. Se a doença está enraizada no ser vivo, se custou para se aprofundar, muitas vezes desapercebidamente des de os primeiros anos da infância, naturalmente custará mais para restaurarm o equilíbrio e a saúde. Vale dizer que o medicamento homeopático bem administrado leva o ser a uma cura suave, gradativa e permanente.
A acupuntura veterinária, a fitoterapia e a homeopatia identificam e tratam as causas das doenças. Essas terapias não simplesmente aliviam a dor de um mal, elas curam de dentro para fora, onde o organismo do animal é equilibrado, levando todos os orgãos a funcionar corretamente gerando mais saúde.







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